Denota-se a importância do papel da Cultura na formação do indivíduo, enquanto reflexo de um conjunto de ações coletivas cotidianas. Dentro da Universidade, aponta-se seu caráter indispensável, uma vez que a formação universitária pressupõe a formação plena dos estudantes, incluindo aí o senso critico, e não única e exclusivamente técnica e profissional. Pois, justamente, o meio universitário propicia a diversidade de experiências e a integração com os demais estudantes e com a sociedade, criando seres pensantes, críticos e independentes.
Neste sentido, o espaço do Centro Acadêmico não deve se limitar às atividades com caráter de puro entretenimento. Já as atividades com uma proposta cultural precisariam englobar experiências coletivas, práticas sociais e principalmente ações transformadoras, incentivando o envolvimento dos estudantes e da comunidade geral, em especial com as questões debatidas pelo Movimento Estudantil. Também, propiciar uma forma de aproximação ao não-cotidiano, a fim de acrescer e não simplesmente perpetuar o que está dado, bem como desmistificar o caráter de espectador, promovendo o indivíduo a sujeito dos processos artístico-culturais.
Dentro desse contexto a chapa 'fio de missangas' vê no Centro Acadêmico o dever de proporcionar a diversidade cultural, divulgando a produção independente e valorizando a Cultura associada às tradições populares, além de não reproduzir o viés alienante da “cultura” massificada produzida pela indústria cultural com mero interesse lucrativo. Faz-se, assim, jus ao caráter histórico do CAASO, sendo este representativo da força e da influência política e artístico-cultural em alcance regional e nacional.
Outro aspecto importante se refere à coerência entre a utilização do espaço do Centro Acadêmico e seu papel, espaço este onde não se devem reproduzir atividades de cunho machista, homofóbico ou qualquer outra forma de preconceito e descriminação, especialmente por tratar-se de um lugar público.
Neste viés, aponta-se algumas propostas dentro da política sócio-cultural para atuação no CAASO:
Neste sentido, o espaço do Centro Acadêmico não deve se limitar às atividades com caráter de puro entretenimento. Já as atividades com uma proposta cultural precisariam englobar experiências coletivas, práticas sociais e principalmente ações transformadoras, incentivando o envolvimento dos estudantes e da comunidade geral, em especial com as questões debatidas pelo Movimento Estudantil. Também, propiciar uma forma de aproximação ao não-cotidiano, a fim de acrescer e não simplesmente perpetuar o que está dado, bem como desmistificar o caráter de espectador, promovendo o indivíduo a sujeito dos processos artístico-culturais.
Dentro desse contexto a chapa 'fio de missangas' vê no Centro Acadêmico o dever de proporcionar a diversidade cultural, divulgando a produção independente e valorizando a Cultura associada às tradições populares, além de não reproduzir o viés alienante da “cultura” massificada produzida pela indústria cultural com mero interesse lucrativo. Faz-se, assim, jus ao caráter histórico do CAASO, sendo este representativo da força e da influência política e artístico-cultural em alcance regional e nacional.
Outro aspecto importante se refere à coerência entre a utilização do espaço do Centro Acadêmico e seu papel, espaço este onde não se devem reproduzir atividades de cunho machista, homofóbico ou qualquer outra forma de preconceito e descriminação, especialmente por tratar-se de um lugar público.
Neste viés, aponta-se algumas propostas dentro da política sócio-cultural para atuação no CAASO:
- Priorizar atividades abertas e gratuitas ou de baixo custo, visando a democratização do acesso à atividades sócio-culturais a toda comunidade, tanto universitária quanto da região;
- Valorizar as atividades dos Grupos Sócio-Culturais do CAASO, fomentando também o surgimento de novos grupos dentro do papel compreendido de um CA, cujas atividades venham a atender às propostas do CAASO, garatindo-lhes autonomia para atuar. Também deve-se incentivá-los a se inserirem dentro do ME, intervindo direta e/ou indiretamente, pautando-se pelos fóruns do póprio movimento, legitimando-o;
- Apoiar os demais grupos culturais ou de extensão existentes no campus não diretamente ligados ao CAASO, assim como os presentes na cidade, procurando criar uma intercomunicação e uma relação de mutualismo entre eles;
- Buscar nos grupos, atentando ao caráter crítico de suas atividades, uma base de apoio às atividades e ao papel do próprio CA, promovendo a independência deste, uma vez que denotadamente estes grupos fazem parte do CAASO e figuram-no simbólica e fisicamente;
- Expandir as atividades sócio-culturais do CAASO à Área 2 do Campus, buscando valorizar as diversas possibilidades de uso de seus espaços e construir a presença do Centro Acadêmico;
- Consolidar o MACACO (Movimento Artístico e Cultural do CAASO) enquanto um coletivo aberto que debata questões relacionadas à cultura e promova atividades culturais ao longo do ano articulando os diversos grupos do CAASO e da cidade fazendo jus à idéia de movimento, entendendo-o como principal eixo de atuação do Centro Academico nesse âmbito.
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