Mais que um grupo de pessoas reunidas para disputar votos, nos apresentamos enquanto chapa-candidata às eleições para a diretoria do CAASO como um coletivo construído em torno do acúmulo de debates desta entidade e do Movimento Estudantil como um todo. Entendemos que uma entidade estudantil deve construir com os próprios estudantes uma visão crítica da realidade e não meramente reproduzi-la.
Considerando o papel histórico de um Centro Acadêmico, é preciso valorizar sua principal função, qual seja, organizar o movimento dos estudantes em torno das pautas construídas por sua coletividade, e fortalecer sua expressão cotidiana, através de suas atividades no âmbito político, sócio-cultural e de extensão. Este cenário também deve ser compartilhado pelos grupos do CAASO e pelas demais entidades estudantis do Campus.
Recentemente, vários acontecimentos tidos como institucionalizados foram desnaturalizados dentro do espaço do CA e no contexto da Universidade. Questões de permanência estudantil, acesso à Universidade e o caráter das atividades propostas no espaço do CA vem ganhando reinserção no imaginário coletivo. Aproximar os estudantes destes pontos é impreterível para consolidar uma formação plena dentro da Universidade e construí-la como instituição social democrática, gratuita e de qualidade para todos.
Desta maneira, os debates e ações promovidos pelo CAASO e pelos grupos relacionados a ele, bem como pelas demais entidades de representação do Movimento Estudantil, devem fomentar constantemente os questionamentos às idéias de Universidade e mesmo de Sociedade como um todo. Esta condição é essencial para que um espaço como o CAASO não se vulnerabilize, perdendo seu sentido de ser e sua legitimidade conquistada historicamente.
Muito da força do nome CAASO provem de ações políticas e culturais direta ou indiretamente propostas por ele à comunidade acadêmica e também à sociedade são-carlense. Neste mesmo aspecto se sobressai sua importância enquanto centralizador das discussões e lutas estudantis do Campus.
Porém, nota-se um forte individualismo que permeia tanto os estudantes quanto os grupos e entidades que esses organizam. Se a sigla e o símbolo de nosso CA são usados como fator de identidade destes, o que transparece é a figura do CAASO como apenas uma soma de indivíduos, e não um conjunto fortemente construído. Assim, é necessário o envolvimento destes com o CAASO, tal qual as miçangas reunidas em um fio.
Considerando o papel histórico de um Centro Acadêmico, é preciso valorizar sua principal função, qual seja, organizar o movimento dos estudantes em torno das pautas construídas por sua coletividade, e fortalecer sua expressão cotidiana, através de suas atividades no âmbito político, sócio-cultural e de extensão. Este cenário também deve ser compartilhado pelos grupos do CAASO e pelas demais entidades estudantis do Campus.
Recentemente, vários acontecimentos tidos como institucionalizados foram desnaturalizados dentro do espaço do CA e no contexto da Universidade. Questões de permanência estudantil, acesso à Universidade e o caráter das atividades propostas no espaço do CA vem ganhando reinserção no imaginário coletivo. Aproximar os estudantes destes pontos é impreterível para consolidar uma formação plena dentro da Universidade e construí-la como instituição social democrática, gratuita e de qualidade para todos.
Desta maneira, os debates e ações promovidos pelo CAASO e pelos grupos relacionados a ele, bem como pelas demais entidades de representação do Movimento Estudantil, devem fomentar constantemente os questionamentos às idéias de Universidade e mesmo de Sociedade como um todo. Esta condição é essencial para que um espaço como o CAASO não se vulnerabilize, perdendo seu sentido de ser e sua legitimidade conquistada historicamente.
Muito da força do nome CAASO provem de ações políticas e culturais direta ou indiretamente propostas por ele à comunidade acadêmica e também à sociedade são-carlense. Neste mesmo aspecto se sobressai sua importância enquanto centralizador das discussões e lutas estudantis do Campus.
Porém, nota-se um forte individualismo que permeia tanto os estudantes quanto os grupos e entidades que esses organizam. Se a sigla e o símbolo de nosso CA são usados como fator de identidade destes, o que transparece é a figura do CAASO como apenas uma soma de indivíduos, e não um conjunto fortemente construído. Assim, é necessário o envolvimento destes com o CAASO, tal qual as miçangas reunidas em um fio.
Que lindo!
ResponderExcluir;)
força galera!
bjo
gabi